my cup is emptyos rostos vulgares do passado não são do passado não existe passado pois não estava lá ninguém para o passar então não existe passado pois se não há ninguém para o passar ele não pode ser chamado de passado e teria que ser chamado de suposição de acontecimentos uma vez que como já foi referido não estava lá ninguém para presenciar o passado a própria palavra presenciar remete para o presente logo é apenas um conceito existente apenas no universo do pensamento porque se não há um presente a palavra presenciar não está adequad
os tres reis magros pt ISão tantas as experiências de vida que nos chegam, que sempre pensei não vir a enveredar por caminhos assim, mas a verdade é que o famoso nó da gravata é realmente difícil de atar. Ou sou apenas eu que estou nervoso, embora não o possa estar, uma vez que estou pleno de consciência de todas as acções que tomo e embora seja a mais importante da minha vida tento respirar fundo não vale a pena, estou mesmo nervoso. Há uma primeira vez para tudo. Desisto do nó e aproximo-me do espelho da casa de banho, que por sinal parece não ser limpa há meses, mas é a
time fourteen pt Em sonhos caminho a teu lado no mais profundo silêncio caminho a teu lado com todos os nossos medos atrás de nós tal como se a atmosfera estivesse a ruir atrás do nosso caminho estilhaçado à nossa frente está uma rua escura, cheia de pensamentos partidos pedaços dourados e fragmentos de dias e noites jazem lá parados quase mortos em sonhos estou lá sentado contigo num banco de jardim naquele algures que só nós conhecemos e a esperança une-se a tudo isto e o silêncio cobre ainda o seu, o mar e a terra este é
letter to Camoes Estabelecimento Prisional nº 39, Olaias, 16-11-2009 Luís, Parece que afinal o rei há tanto esperado e lembrando em dias de nevoeiro, ainda não voltou. Talvez nem devesse, eu não desejaria voltar ao sítio que perdeu a glória em troco do luxo mal calculado. Já não há mais terra por descobrir e as riquezas já não querem ser exploradas, nem os navegadores as querem explorar. O universo português necessitava, agora, era da tal "força sobre-humana" que referiste terem tido num outro período temporal. Tal como imaginaste, os homenzinhos invisíveis que vivem
Venham mais
E já desci isso carradas de vezes com a bicicleta